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23/01/2017

Crianças conscientes na compra do material escolar

Famílias devem mostrar a necessidade de economizar, principalmente em momentos de crise

por Assessoria de imprensa
Crianças conscientes na compra do material escolar
A **compra de material escolar** é uma alegria para os estudantes e uma preocupação para os pais, que a cada ano são surpreendidos com uma alta de preços que nem sempre cabe no bolso. O papel da família é mostrar às crianças a **necessidade de economizar**, especialmente em tempos de crise. "É preciso ensinar que nem sempre o material mais brilhoso ou chamativo é o melhor. É necessário fazer com que as crianças comparem os produtos e escolham de forma mais consciente. A educação financeira começa em casa", afirma a assessora pedagógica do Sindicato do Ensino Privado do Rio Grande do Sul (SINEPE/RS), **Naime Pigatto**. Em situação de crise, a razão é ainda maior para não ceder às chantagens dos filhos e comprar fora da sua condição financeira. "Os pais devem explicar que nem sempre é possível ter o que se deseja naquele momento, que a família está passando por dificuldades e que é importante economizar", reforça Naime. Uma boa dica para as famílias que fazem compras juntas é organizar com antecedência a lista do que precisa ser comprado, com um limite de valor para cada item. **Aproveitar os materiais do ano anterior** também vale. Estojos, réguas, canetas, lápis de cor e borrachas, por exemplo, não precisam ser substituídos todos os anos. Mesmo os cadernos usados, com folhas em branco, podem ser reutilizados (as folhas em branco de vários cadernos podem ser retiradas da espiral e agrupadas num novo). Encapar cadernos e livros garantem uma boa conservação e a possibilidade de reaproveitamento no ano seguinte. Outra boa possibilidade de gastar menos é **buscar informação** junto à escola ou na associação de pais sobre feiras de uniforme e materiais escolares, ou mesmo conversar com pais de colegas que estão adiantados em relação à série do seu filho para obter matérias/livros emprestados. Redes sociais eventualmente dão conta de brechós de uniformes. A assessora do SINEPE/RS lembra que materiais de uso coletivo são de competência da escola, e não devem ser pedidos em **listas escolares**. A respeito dos livros didáticos, Naime alerta que devem estar de acordo com o novo acordo ortográfico. "E se a edição não for atual, que seja a mais próxima possível daquela solicitada pela escola."

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