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06/04/2020

Saiba como as escolas estão desenvolvendo as atividades domiciliares

Professores estão seguindo seu planejamento a partir de uma nova lógica de trabalho

por Assessoria de imprensa
Saiba como as escolas estão desenvolvendo as atividades domiciliares
Alunos do CEAT utilizam a plataforma Google Classroom

Suspensas desde o dia 19 de março, conforme a orientação das autoridades públicas, as aulas na rede privada continuam sendo realizadas por meio das atividades domiciliares. Conforme uma pesquisa realizada pelo SINEPE/RS, 98,4% das instituições associadas estão atendendo seus alunos deste modo, já que o Parecer CEED/RS nº 01/2020 trouxe essa possibilidade na Educação Básica, em função da pandemia do coronavírus.

Segundo a assessora pedagógica do SINEPE/RS, Naime Pigatto, nesse novo formato, o que muda são os recursos para ministrar a aula (já que não são possíveis os encontros presenciais), mas o professor segue seu planejamento. “O planejamento precisa estar coerente com o Plano Orientador das Práticas Pedagógicas – POPP, Planos de Estudos ou com o Plano de Curso, de acordo com a etapa que a escola oferece. São esses documentos curriculares que contém os objetos de conhecimento traçados pelas escolas para serem desenvolvidos à luz da BNCC”, explica. Naime ressalta a necessidade de pensar estratégias adequadas para o momento, onde as aulas presenciais foram substituídas por atividades domiciliares.“Para essas atividades, a escola precisa planejar juntamente com professores e a coordenação pedagógica de que maneira isso será encaminhado: vamos enviar as atividades uma vez por semana? Três vezes por semanas? É importante analisar as possibilidades da escola e o perfil de alunos, tendo sempre o bom senso pedagógico para esse momento de excepcionalidade que repercute no planejamento docente também.

Para garantir o mesmo ritmo das aulas, as escolas têm utilizado diferentes recursos tecnológicos. A Escola Santa Mônica de Pelotas antecipou o lançamento da plataforma Office 365 (que iria ocorrer ao longo do ano), a fim de manter o ritmo de estudos dos alunos e cumprir com os dias letivos e a carga horária. Nela, os alunos têm acesso a dispositivos como Word, Excel, PowerPoint e Teams. Conforme a instituição, alunos e professores permanecem conectados, trocando conhecimentos de maneira criativa. Outro exemplo é o do Colégio Evangélico Alberto Torres de Lajeado, que escolheu a plataforma Google Classroom para promover a interação entre professores e alunos. A escolha se deu em função de ser intuitiva e autoexplicativa. A instituição ressalta que as atividades domiciliares são uma novidade para todos, tanto alunos como professores estão aprendendo e se adaptando a esse momento.

Para a assessora pedagógica do SINEPE/RS, o trabalho, antes presencial, segue uma nova lógica. “Precisamos pensar e agir diferente sobre algo que a gente sempre conhecia, onde tudo era planejado para ser desenvolvido em períodos com determinado tempo de duração, que agora com as  atividades domiciliares passa a ter uma contagem de tempo subjetiva, e isso não implica em aprender mais ou em aprender menos, mas aprender dentro de uma nova lógica. E essa nova lógica implica em continuar com o ensino de conteúdos conceituais, procedimentais e atitudinais”, comenta. Naime ainda reforça que as escolas, neste momento, devem repensar sua forma de trabalhar com a avaliação da aprendizagem. O SINEPE/RS encaminhará em breve um comunicado para as instituições a respeito da questão.

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